Ele: Tu ensinaste-me a perder o meu orgulho e a ganhar muita desilusão.
Ela: Tu disseste-me que se eu vendesse todas as minhas coisas,
nos iríamos viajar e eu nunca mais iria precisar de nada.
Ele: Tu mostraste que existe uma linha entre ser amizade e amor.
Ela: E tu, ensinaste-me que o poder dos desgostos de amor são mais fortes do que uma dor de dentes.
Disseste até que valia a pena sentir esse pânico.
Ele: Claro, e tu provaste que não se deve avaliar um livro só pela capa.
Ela: E tu que me ensinaste a sentir-te só com os olhos?
Ele: E tu que criaste o amor à primeira vista?
Ela: Tu fazes-me rir quando me fazes sentir a única rapariga do mundo.
(E assim, ele disse-lhe que não lhe podia roubar o coração....
Ela, sem mais por onde correr, roubou-lhe a sobremesa e fugiu com o cabelo preso numa corda).
Desde aí, que eles não deixam de pensar um no outro..
Aliás, desde aí, eles descobriram que nunca podiam ficar juntos.
Mas uma princesa não vive sem o príncipe e com tudo isto,
eles atiraram-se ao mar, fizeram mascaras de algas e agora não se reconhecem.
Como é que eles acabaram assim?
Ninguém sabe sem ser o céu que os cobriu dia após dia.
Ela esconde-se entre os livros e ele vai ficando parado quando o dj toca.
Eles fingem que não é nada... Mas é tudo.
7 comentários:
muito obrigada *.*
amei!
Adorei o post! :)
lindo lindoooooo. tens uma maneira mesmo brutal de escrever
gostei muito, fizeste me arrepiar.
sigo querida (:
de nada
de nada e obrigada :b
gostei muito! :)
chica.
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